segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Os 3 últimos desejos de ALEXANDRE, O GRANDE



Os Três últimos desejos de Alexandre, O grande 

Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:

1) Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2) Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas etc.); e
3) Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
  
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:


 1) Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2) Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3) Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
 
 
Pare e pense um pouquinho...


Enviado por um amigo pelo e-mail: Lairton Lira Cruz Jr.


Lá fui eu criticar e olha o que deu...

Este brasileirão é um barato. A diversão é grande. Quem será o campeão?

Dentro das perspectivas e lógicas humanas há apenas quatro candidatos, mas, todavia, porém, entretanto como diz um amigo... Tirar o título do Flamengo parece uma missão impossível. Se considerarmos que se fosse a questão do São Paulo ou Palmeiras sagrar-se campeão dando uma mãozinha "mala branca" ao Grêmio, seria possível que o Tricolor gaúcho até se empenha-se um pouco, mas será que o Grêmio vai jogar para o Inter ser campeão?
Acho difícil... Aliás, pouco provável, ou melhor IMPOSSÍVEL!!!
Ops! - IMPOSSÍVEL?!?!
Para falar a verdade eu não dúvido de mais nada neste brasileirão...
Só acredito em uma coisa...
O Santos vai abrir para o Cruzeiro afim de deixar de fora da Libertadores 2010 um dos grandes de São Paulo. Tô de onda. Mas é uma possibilidade.

E na parte mais baixa da tabela???
O Flu não vai cair.
Ficará entre Botafogo e Coritiba, afinal o Santo André precisa de um Santo milagre...
O que também não é totalmente impossível, já que será um jogo aberto.
Vamos continuar acompanhando as notícias e esperarmos pela última e mais emocionante rodada da era de pontos corridos!
Forte abraço.
Boa semana a todos...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

E a vaca foi pro Brejo




E o pesadelo voltou...

Parecia até uma cena maldosa de filme de terror. Algo semelhante a cena da foto acima. O pior é o auto-engano famigerado nas alma dos torcedores. Costumo dizer que quando os olhos não querem enxergam o corpo e alma por inteiros padecem. Foi o caso do querido pó de arroz. E ontem ficou só o pó mesmo.

Com um início atípico o flu saiu na frente com menos de um minuto de jogo. Mas foi até o gol e só.

Um time morto e entregue. Sem brio e nem brilho. Um Conca apagado e um Fred muito bem neutralizado, restou a Fluminense torcer para que a LDU não acertasse o seu jogo, e isso aconteceu até aos 44 minutos do primeiro tempo. Afinal até o 1 x 1 estava tudo normal. Mas aquele gol no fim do primeiro tempo desestruturou o time tricolor.



Confesso que como um grande admirador e apaixonado torcedor de futebol que "a vaca foi pro brejo", resta ao Flu se doar para não cair no Brasileirão. Acredito que nem o mais fanático e entusiasmado torcedor tem a esperança de uma virada.

De duas uma: ou fica a se lamentar mais uma derrota de modo até humilhante, o que ao menos pode ser amenizado no próximo jogo da quarta que vem no Maracanã, ou então cabe a torcida se contentar que os jogadores e o próprio Cuca se doaram ao máximo e fizeram tudo o que podia.


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O melhor da Era de Pontos Corridos...




O melhor da Era de Pontos Corridos...

Sem dúvida alguma este Brasileirão é o melhor da era de pontos corridos.
Nos últimos três anos vimos um São Paulo vencedor, e até aqui o tricolor paulista continua em direção a mais uma taça, todavia o clube do Morumbi ano após ano vem dando uma emoção diferente ao campeonato.

Se em 2006 ganhou com folgas, no ano seguinte já teve que lutar um pouco mais, e no ano passado conseguiu uma arrancada maravilhosa e ultrapassou seus rivais, na ocasião o Grêmio era o principal, chegando ao hexacampeonato.

Neste campeonato não paro de rir. Primeiro pelo fato do Todo Poderoso timão já esta classificado para a Taça Libertadores, e apenas brincar no Brasileirão. Depois pelos inúmeros equívocos dos grandes apresentadores, comentaristas e cronistas esportivos do país sobre quem seria/será o campeão.


As duas últimas rodadas serão excelentes. Confira os jogos dos principais candidatos ao título:

terça-feira, 24 de novembro de 2009

"Sobre deuses, pássaros e gaiolas"



Não vou dizer coisa alguma...




Apenas pedir-lhe que preste muita atenção:

"Sobre deuses, pássaros e gaiolas"




"Deus 'ele', masculino? Onde foi que aprenderam sobre o sexo de Deus? Deus tem sexo? Se tem sexo, por que não ela, Deus mulher? Como a mulher do Cântico dos Cânticos? A Igreja Católica não conhece a mulher... Conhece apenas a 'mãe' que foi mãe sem ter sido mulher. Deus: por que não uma flor, a mais perfumada? Por que não um mar sem fim onde a vida navega? Místicos houve que disseram que Deus é uma criança que nos convida a brincar... Mas pode ser também que Deus seja música, como pensaram os místicos pitagóricos.


"Ter uma religião é falar as palavras sagradas daquela religião e acreditar nelas. As religiões se distinguem e se separam: pelas diferenças das palavras que usam para se referir ao sagrado. Se elas nada falassem, se houvesse apenas o silêncio diante do Grande Mistério, a Babel das religiões não existiria. Diante do Grande Mistério apenas uma palavra é permitida, a palavra poética, porque a poesia não o diz mas apenas aponta para ele. O Grande Mistério está além das palavras.


"Se tenho uma religião ela se chama poesia. Por isso, amo a Cecília Meireles, sacerdotisa profana, que quando queria se referir a Deus falava sobre um mar sem fim, misterioso e selvagem. Quem em silêncio contempla o mar sem fim ouve vozes em meio ao barulho das ondas. Também Fernando Pessoa sabia disso. Mas, prestando bem atenção, é possível ver, a voar sobre o mar sem fim, um pequeno pássaro que canta: 'Leve é o pássaro: e a sua sombra voante, mais leve. E a cascata aérea de sua garganta: mais leve. E o que lembra, ouvindo-se deslizar seu canto, mais leve...'


"Os poetas escrevem em transe: não sabem sobre que estão escrevendo. Faz muitos anos, escrevi um livro para minha filha. Ela tinha 4 anos. Eu iria fazer uma demorada viagem pelo exterior e ela ficou com medo de que eu morresse e não voltasse. Apareceu-me, então, uma estória, A menina e o pássaro encantado. Resumida, era assim: era uma vez uma menina que amava um pássaro encantado que sempre a visitava e lhe contava estórias, o pássaro a fazia imensamente feliz. Mas sempre chegava um momento quando o pássaro dizia: 'Tenho de ir'. A menina chorava porque amava o pássaro e não queria que ele partisse. 'Menina', disse-lhe o pássaro, 'aprenda o que vou lhe ensinar: eu só sou encantado por causa da ausência. É na ausência que a saudade vive. E a saudade é um perfume que torna encantados a todos os que o sentem. Quem tem saudades está amando. Tenho de partir para que a saudade exista e para que eu continue a amá-la, e você continue a me amar...' E partia.


"A menina, sofrendo a dor da saudade, maquinou um plano: quando o pássaro voltou e lhe contou estórias e foi dormir, ela o prendeu numa gaiola de prata dizendo: 'Agora ele será meu para sempre'. Mas não foi isso que aconteceu. O pássaro, sem poder voar, perdeu as cores, perdeu o brilho, perdeu a alegria, não mais tinha estórias para contar. E o amor acabou. Levou tempo para que a menina percebesse que ela não amava aquele pássaro engaiolado. O pássaro que ela amava era o pássaro que voava livre e voltava quando queria. E ela soltou o pássaro que voou para longe. A estória termina na ausência do pássaro e a menina se enfeitando para a sua volta.


"Minha intenção, ao escrever esta estória, era simples: consolar a minha filha. Mas quando foi publicada ganhou um sentido que não estava nas minhas intenções: começou a ser usada em terapia, com casais possuídos pela ilusão de que, engaiolado, o amor seria posse eterna... Desde então passei a presentear noivos com uma gaiola da qual eu arrancava a porta...


"Mas, passado algum tempo, uma pessoa me disse: 'Que linda estória você escreveu sobre Deus!' 'Sobre Deus?', eu perguntei sem entender. 'Sim', ela me respondeu. 'O Pássaro Encantado não é Deus? E as gaiolas não são as religiões nas quais os homens tentam aprisioná-lo?' Aprendi, então, da minha própria estória, algo que não sabia: Deus como um Pássaro Encantado que me conta estórias. Amo o Pássaro. Odeio as gaiolas. O Pássaro Encantado: não pousa em galhos para cantar. Não é possível fotografá-lo. Canta enquanto voa. Dele, o que temos é apenas a sua leve sombra voante e a cascata aérea de sua garganta...


"Quando ouço o seu canto, ele já passou. Só é possível vê-lo em seu vôo, por trás. Vai-se o Pássaro. Fica a memória do seu canto.


"Um pássaro voando é um pássaro livre. Não serve para nada. Impossível manipulá-lo, usá-lo, controlá-lo. Pássaro inútil. E esse é, precisamente, o seu segredo: a sua inutilidade: ele está além das maquinações dos homens. Sua única dádiva é o seu canto. Só faz um milagre, um único milagre: quando, chorando, lhe peço 'Passa de mim esse cálice', ele canta e o seu canto transforma a minha tristeza em beleza. Por isso eu nada lhe peço. Sei que ele não atende a pedidos. O seu canto me basta: ao ouvi-lo transformo-me em pássaro. E vôo com ele...


"Mas aí vêm os homens com as suas arapucas e gaiolas chamadas religiões.


"E cada uma delas diz haver conseguido prender o Pássaro Encantado em gaiolas de palavras, de pedra, de ritos e magia. E cada uma delas afirma que o seu pássaro engaiolado é o único Pássaro Encantado verdadeiro...





"Por que prenderam o Pássaro? Porque o seu canto não lhes bastava. Não lhes bastava a beleza. Na verdade, não o amavam. O que os homens desejam não é a beleza de Deus. O que eles desejam é manipular o seu poder. O que eles querem é o milagre. O canto do pássaro poderia lhes dar asas para voar. Mas não é isso que querem. O que desejam é o poder do pássaro para continuar a rastejar: Deus, transformado em ferramenta.


"Ferramenta é um objeto que se usa para se atingir um fim desejado. Assim são os martelos, as tesouras, as panelas... O que as religiões desejam é transformar Deus em uma ferramenta a mais. A mais poderosa de todas. A ferramenta que realiza os desejos. Como o gênio da garrafa. Pois não é isso que é o milagre, a realização de um desejo por meio da manipulação do sagrado? Só é canonizada santa uma pessoa que realizou milagres: o milagre é o atestado do seu poder para manipular o divino.


"E é assim que as religiões se multiplicam, porque os desejos dos homens não têm fim, e os seus santuários se enchem de santos de todos os tipos, os santos milagreiros são nossos despachantes espirituais, todos eles a serviço dos nossos desejos, atenderão nossos desejos a preço módico, se rezarmos a reza certa e prometermos publicar o milagre em jornal, e pela televisão se anunciam fórmulas, sessões de descarrego, águas bentas milagrosas, exorcismo de demônios, os DJs de cada religião têm uma música na fala que lhes é própria...


"Assim, a poesia do canto do Pássaro Encantado se transforma em manipulação do pássaro engaiolado. E não percebem que aquele pássaro que têm dentro de suas gaiolas não é o Pássaro Encantado, que não se deixa engaiolar, porque é como o vento, e voa como quer, e tem uma única dádiva a oferecer aos homens: a beleza do seu canto. À transformação da poesia em manipulação milagreira, os profetas deram o nome de idolatria."
 
"Eu não tenho religião. Não vou a igrejas, não participo de rituais, não acredito nos seus dogmas. Preciso não ter religião para amar a Deus sem medo, com alegria e, principalmente, sem nada pedir. Não tenho religião porque não concordo com as coisas que elas dizem de Deus. Deus é um Grande Mistério. Está além das palavras. Diante do Grande Mistério a gente emudece. Fica em silêncio. Discordo a partir do pronome 'ele'.





Autor: Rubem Alves, (Boa Esperança, 15 de setembro de 1933) é um psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro, é autor de livros e artigos abordando temas religiosos, educacionais e existenciais, além de uma série de livros infantis.


















quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ovelha em pele de lobo



Não deixem de ler: Caio Fábio, movimentos paraeclesiásticos e o clamor das pedras, (http://www.pulpitocristao.com/2009/09/caio-fabio-movimentos-paraeclesiasticos.html) em resposta à muitos dos comentários neste texto.


O evangelicalismo brasileiro é marcado por figuras controversiais. Há gente boa e anônima, ladrões famigerados, e alguns que, por cabeça fraca, se deixaram levar pela corrente, abrindo mão do divino dom de pensar. Pastores sérios e zelosos, vendilhões do templo e marionetes alienadas, todos eles fazem parte do cenário gospel brasileiro.


De todas essas figuras controvertidas, uma delas exerce sobre mim uma enorme influência, e apesar da polêmica e do escândalo envolvido com o seu nome, não tenho vergonha de dizer: Sou um admirador do trabalho realizado pelo pastor Caio Fábio D’Araujo. Polêmico, existencialista, agitador, Caio reúne suficientes predicados para deixar os golpistas eclesiásticos de cabelo em pé!


Muito criticado, silenciado e perseguido por vários pastores, Caio Fábio viveu dias horríveis. Após o escândalo moral envolvendo a sua pessoa, o adultério seguido do divórcio, bem como a confissão em sua auto-biografia, o reverendo amazonense se desvelou ao público, abriu seu coração como nenhum outro, tirou a máscara e teve a ousadia de revelar ao mundo a sua verdadeira face. Sua hipocrisia, sua conduta dúbia, tudo isso foi delatado por ele mesmo, resultando no ostracismo ao qual ele foi submetido por alguns anos.


Não quero com isso justificar a atitude do Caio. Adultério é pecado, causa um tremendo estrago, deixa cicatrizes profundas e em alguns casos a ferida nunca fecha completamente, e o Caio sabe disso. Contudo, que direito temos nós de punir um homem por algo que ficou lá no passado, e que certamente Deus mesmo já perdoou? Será que Caio, em plena vigência da Graça, foi privado por Deus do perdão enquanto Davi, na dispensação da Lei, foi perdoado pelo Criador? Pecado é pecado, mas não sejamos cínicos: Assim como há pecado, também há perdão.


Acontece que, como todas as coisas – a longo e a médio prazo – cooperam para o bem dos que amam a Deus, assim também o pecado de Caio foi o ponto de partida para um renascimento. Das trevas do ostracismo religioso, do desamparo e do pecado, nasce um Caio ainda mais destemido, mais apaixonado e agora, ainda mais disposto a militar contra esse “evangelhocumba”, o neopentecostalismo sincrético e podre que contamina a alma dos crentes. A razão disso? Impossível dizer ao certo. Talvez as denúncias dele sejam resultantes do seu destemor, uma vez que sua vida pregressa é um livro aberto (literalmente!), e tudo quanto alguém poderia usar contra ele já foi dito por ele mesmo. Talvez tal ousadia seja apenas o cumprimento da palavra: “Onde abundou o pecado, superabundou a graça”.


Recentemente, um caso noticiado pelo site do referido pastor me deixou indignado. Fora o caso do seminarista que, imbuído de ódio contra ele, estuprou a ex-namorada. O resultado, além dos traumas que tal crime ocasionará, foi uma gravidez indesejada. Digo indesejada pelo modo como aconteceu, e não por uma predisposição da mãe ao aborto. A jovem, estudante universitária e administradora de um irrisório salário de 650 reais, esta decidida: Vai criar o filho no temor do Senhor. O bandido estuprador ameaçou a ex-namorada, caso a mesma pretendesse denunciá-lo; a reprimenda do bandido foi endossada pelo pastor da sua denominação. Na minha opinião, dois safados da pior espécie. Meu primeiro impulso: Encher a cara dos dois de porrada. Mas, infelizmente (ou não), nem tudo se resolve assim. A justiça, ao menos em teoria, ainda serve para legislar sobre estes temas.


O caso tem sido tratado com muito carinho e atenção pelo Caio. Ferido na alma muitas vezes, ele adquiriu o dom da empatia. Somos atribulados para consolar, escreveu Paulo à igreja Coríntia...


A jovem violentada, embora seja uma personagem real, é também um tipo, uma figura análoga, um arquétipo. Ela representa o anseio de uma juventude que cansou de ser evangélica, de ostentar títulos e placas denominacionais, de viver debaixo do jugo do legalismo disfarçado de santidade, do espiritismo disfarçado de pentecostalismo, da soberba disfarçada de autoridade espiritual. Gente ferida, machucada por dentro e (as vezes) por fora, e que encontra nele uma espécie de pai e profeta.


Enquanto Silas Malafaia busca manipular e dividir a opinião evangélica, alternando-se entre a venda de indulgências e a defesa da moral cristã, disfarçando-se de homem piedoso e militante pró-familia, Caio está curando as feridas de uma ovelha machucada. Enquanto Silas, Morris e Macedo devoram as o rebanho, o pastor ferido vai em busca da ovelha fraca, deixando no aprisco as noventa e nove.


Com uma aparência estranha, barba e cabelo comprido, o pastor mais parece um João Batista contemporâneo, a apontar o dedo contra a corrupção religiosa vigente. Toda pinta de lobo, alguém dirá. Concordo plenamente; no atual meio evangélico, onde a estética sobrepassa a ética e a aparência transcende à essência, Caio pode ser facilmente categorizado como lobo. Mas, se olharmos para os frutos, se aprendermos a olhar mais para o interior que para o exterior, se valorizarmos o espírito mais que a matéria, concluiremos que Caio ainda é uma ovelha. Uma ovelha em pele de lobo...


Continuarei orando pelo ministério de Caio Fábio. E espero, sinceramente, que muitas Estações do Caminho sejam inauguradas em todo Brasil. Orarei também para que se levantem mais homens comprometidos com a verdade, verdadeiros pastores – treinados pela vida – para oferecer apoio, esperança e consolo àqueles que, feridos em nome de Deus, não possuem mais nenhuma razão humana para continuar acreditando. Aliás, é justamente quando as razões humanas terminam, que nasce a verdadeira fé.




Link: http://www.pulpitocristao.com/2009/09/caio-fabio-ovelha-em-pele-de-lobo.html

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Reflexões